Recife (PE), Brasil

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Diário: Segundo e último dia em Budapeste

O dia hoje foi excelente. Fizemos o city tour pela manhã, que começou pela Praça dos Heróis (também conhecida como praça milenar) e terminou na área do Castelo de Buda (pelo menos para nós, pois decidimos nos desligar do pessoal do city tour e explorar um pouco mais a área do castelo, na parte alta de Buda.


Depois almoçamos no T&G Italiano, um restaurante muito estiloso e agradável na rua Zrnidy, que fica em frente à Catedral de Santo Estêvão, fundador do Estado Húngaro. A comida é excelente, embora mais uma vez eu tenha exagerado, pedindo uma pizza para cada um.


Após o almoço, fomos visitar a Duna, o parlamento húngaro, mas ja tinham se encerrado as visitas.



Andamos então um pouco mais por Peste e voltamos para a rua Zrnidy, onde tomamos um cappuccino gelado em outro café da rua, enquanto aguardávamos a hora do passeio de barco, que partia das imediações.


O passeio de barco é imperdível, pois vemos a cidade fica muito mais bonita à noite, com seus palácios e pontes iluminados.



Pode-se fazê-lo com ou sem jantar incluído, por 15 ou 35 euros por pessoa, respectivamente. Preferimos sem jantar para evitar que Marinês enjoasse durante o passeio.

A decisão foi acertadíssima, pois depois decidimos jantar num barco-restaurante ancorado na margem do rio. A comida estava excelente (a melhor da viagem até agora) e a vista é espetacular.


Em suma, o dia foi maravilhoso, e ficou ainda melhor com a agradável companhia de Rigoberto e Bianca, dois cearenses que conhecemos durante a excursão.

Voltamos para o hotel de metrô. Aliás o mais feio, sujo e barulhento dos que conhecemos até agora pela Europa. Acho que é pior até que o de Recife.

Um detalhe interessante sobre os metrôs da Europa é que geralmente não há catracas, portanto qualquer um pode entrar no metrô. Mas se for pego pela fiscalização sem o bilhete validado (passado nos leitores automáticos) e adequado ao tipo de passe adquirido (viagem única ou múltipla, dentro do prazo de validade do bilhete), paga-se uma multa pesada, geralmente na moeda local, podendo até ir preso se não tiver o dinheiro para pagar a multa.

Somente aqui fomos abordados pela fiscalização, mas felizmente estava tudo certo com nossos bilhetes. Portanto, não vale a pena querer dar uma de "espertinho" ou de "penetra".

Hoje pela manhã, Marinês e os demais maratonistas saíram para um treino pelas ruas da cidade e um dos integrantes do grupo resolveu esticar sozinho o treino, não retornando antes do início do city tour. Somente agora fiquei sabendo, por e-mail, que ele se perdeu e só conseguiu encontrar o hotel agora à noite, depois de caminhar praticamente em círculos por cerca de 80km. Felizmente tudo acabou bem, o que faz com que o relato feito por ele  seja hilário, apesar da situação até certo ponto dramática:  http://esiocursino.blogspot.com/.

Mas isso mostra que temos de tomar todo cuidado ao sairmos sozinhos em um lugar estranho. É fundamental ter sempre o mapa da cidade, o endereço e telefone do hotel e algum dinheiro.

Budapeste também deixa saudades. Amanhã partimos rumo a Viena. Vou dormir, pois estou morrendo de sono e tenho de acordar cedo.

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