Recife (PE), Brasil

sábado, 16 de outubro de 2010

DIÁRIO DE VIAGEM: TORONTO (dias 14 e 15.10)

Pela manhã, ainda em Ottawa, o notebook descarregou, embora estivesse ligado na tomada. Provavelmente havia alguma incompatibilidade entre o adaptador e a corrente do hotel. Achei que o adaptador ou a fonte tivessem queimado.

Ao meio-dia tomamos o trem para Toronto. Desta vez a viagem foi mais longa (5 horas) e embora o adaptador tenha funcionado no trem, o wi-fi do trem não estava funcionando. Então aproveitei a viagem para redigir os diários de viagem de Montreal e Ottawa no Word para publicar depois no blog.

Chegamos em Toronto por volta das 5 da tarde e fomos para o Hotel Econo Lodge, na Jarvis Street, 335. Quando chegamos lá, tivemos uma péssima surpresa: nossa reserva havia sido cancelada porque eles tinham registrado que nosso check in seria no dia 12. Por sorte, havia um apartamento disponível e nos acomodamos lá enquanto resolvíamos a questão da reserva. Se não conseguíssemos vaga no dia seguinte teríamos de nos acomodar nos quartos dos colegas de viagem, pois era muito difícil conseguir outro hotel por causa da maratona. Ainda demos uma volta nos hotéis da redondeza, mas não havia vagas.

Depois fomos todos jantar na CN Tower, que era a construção mais alta do mundo até 2007, quando foi superada pelo Edifício Burj Khalifa, de Dubai. No caminho, percorremos a Yonge Street, que é uma rua bastante movimentada, com muitas lojas, restaurantes, teatros e uma praça muito animada no cruzamento com a Dundas Street, lembrando a Trafalgar Square, em Nova York, ou o Picadilly Circus, em Londres.

O restaurante gira 360° e a vista é espetacular. Pena que já fosse de noite, o que impossibilitou fotos mais nítidas da cidade.

Se você apenas visitar a torre, paga 27 dólares, mas se jantar lá, não precisa pagar a taxa, basta pagar a refeição, consumindo pelo menos um dos pratos principais, que custam a partir de 35 dólares.

Optamos por uma refeição completa, com entrada, prato principal e sobremesa, que custava a partir de 55 dólares.

A comida era deliciosa e foi uma noite realmente muito especial, embora cara. Eu e Marinês pagamos 170 dólares, incluindo as refeições, as bebidas, os impostos e a gorgeta (cerca de 300 reais). Mas valeu a pena.

Quando retornei ao hotel, ficamos esperando a chegada das meninas (minhas filhas, Luísa e Sabrina), que deveriam chegar do Brasil por volta da meia noite. Consegui ligar o netbook e acessar a internet. Foi quando fiquei sabendo por e-mail que as meninas haviam perdido o voo, pois haviam confundido a hora da viagem (era o que eu temia, e de fato aconteceu). Mas felizmente elas haviam conseguido resolver para embarcar no dia seguinte, no mesmo horário, embora pagando multa pelo no-show.

No dia seguinte, pela manhã, Marinês foi com os outros corredores pegar os kits para a maratona e eu aproveitei pra descansar um pouco mais, pois havia dormido de madrugada, ligando para casa e escrevendo e-mails para as meninas, com orientações sobre a viagem, e para a Booking.com, que havia feito a reserva do hotel, exigindo que eles resolvessem a questão da nossa reserva.

Por volta das 10h recebi uma ligação da Booking.com, informando que o problema do hotel já havia sido resolvido, pois o erro fora do hotel, e não da Booking.com. Também liguei para casa e fiquei sabendo que as meninas haviam embarcado normalmente.

Aliviado, saí por volta de 11h para dar uma volta pela cidade e almoçar, a tempo de encontrar o pessoal da maratona às 14h para um passeio de barco até a ilha de Toronto, em frente ao porto da cidade. A ilha  (na verdade é um arquipélago de ilhas, interligadas por pontes) é muito bucólica e bastante fria, pois venta muito por lá, com belas casas e uma belíssima vista da cidade, com os arranha-céus e a CN Tower em destaque.

No fim do dia, retornamos para o hotel e fomos descansar. Mais tarde saímos para comer alguma coisa nas redondezas e fiquei monitorando pela internet a chegada do voo das meninas, que depois de algum atraso chegou às 11h57. Finalmente, por volta de 1h da manhã, elas chegaram no hotel, no momento em que eu digitava este post. Só então pude ir dormir sossegado.

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