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terça-feira, 3 de maio de 2011

Vídeo: Troller - o carro ideal para a época de chuvas

O Troller é um produto genuinamente nacional, aliás, genuinamente cearense.

Quando o assunto é encarar dunas, trilhas e água, deixa todo mundo no chinelo.

Confiram no vídeo abaixo (clique na imagem ou no link para exibir o vídeo):

http://www.youtube.com/watch?v=mXBGh6gpf2w

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Vídeo - Dança: A Morte do Cisne

Um jovem brasileiro humilde, praticante de street dance, emociona os jurados com uma interpretação revolucionária do número de balet "A Morte do Cisne".

Repassado por Stenio Aretakis.

Clique na imagem para ver o vídeo


domingo, 13 de fevereiro de 2011

Vídeo: Planeta Humano

Belíssimo vídeo produzido pela BBC, repassado por Stenio Aretakis (clique na imagem para abrir o vídeo e não esqueça de aumentar o som):

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Cordel: Big Brother Brasil - Um programa imbecil

Como diz o Zé Simão, continuo minha mesopotâmica campanha contra o BBB.

Desta vez repasso excelente cordel, que recebi da Acorjiana Raquel Ribeiro, analisando o BBB com bastante propriedade. É longo, mas vale a pena ler todo:

Big Brother Brasil - Um Programa Imbecil

Autor: Antonio Barreto,
Cordelista natural de Santa Bárbara-BA, residente em Salvador. 

Curtir o Pedro Bial
E sentir tanta alegria
É sinal de que você
O mau-gosto aprecia
Dá valor ao que é banal
É preguiçoso mental
E adora baixaria.
Há muito tempo não vejo
Um programa tão ‘fuleiro’
Produzido pela Globo
Visando Ibope e dinheiro
Que além de alienar
Vai por certo atrofiar
A mente do brasileiro.
 
Me refiro ao brasileiro
Que está em formação
E precisa evoluir
Através da Educação
Mas se torna um refém
Iletrado, ‘zé-ninguém’
Um escravo da ilusão.
Em frente à televisão
Lá está toda a família
Longe da realidade
Onde a bobagem fervilha
Não sabendo essa gente
Desprovida e inocente
Desta enorme ‘armadilha’.
 
Cuidado, Pedro Bial
Chega de esculhambação
Respeite o trabalhador
Dessa sofrida Nação
Deixe de chamar de heróis
Essas girls e esses boys
Que têm cara de bundão.
O seu pai e a sua mãe,
Querido Pedro Bial,
São verdadeiros heróis
E merecem nosso aval
Pois tiveram que lutar
Pra manter e te educar
Com esforço especial.
Muitos já se sentem mal
Com seu discurso vazio.
Pessoas inteligentes
Se enchem de calafrio
Porque quando você fala
A sua palavra é bala
A ferir o nosso brio.
Um país como Brasil
Carente de educação
Precisa de gente grande
Para dar boa lição
Mas você na rede Globo
Faz esse papel de bobo
Enganando a Nação.
 
Respeite, Pedro Bienal
Nosso povo brasileiro
Que acorda de madrugada
E trabalha o dia inteiro
Dar muito duro, anda rouco
Paga impostos, ganha pouco:
Povo HERÓI, povo guerreiro.
Enquanto a sociedade
Neste momento atual
Se preocupa com a crise
Econômica e social
Você precisa entender
Que queremos aprender
Algo sério – não banal.
 
Esse programa da Globo
Vem nos mostrar sem engano
Que tudo que ali ocorre
Parece um zoológico humano
Onde impera a esperteza
A malandragem, a baixeza:
Um cenário sub-humano.
A moral e a inteligência
Não são mais valorizadas.
Os “heróis” protagonizam
Um mundo de palhaçadas
Sem critério e sem ética
Em que vaidade e estética
São muito mais que louvadas.
Não se vê força poética
Nem projeto educativo.
Um mar de vulgaridade
Já tornou-se imperativo.
O que se vê realmente
É um programa deprimente
Sem nenhum objetivo.
Talvez haja objetivo
“professor”, Pedro Bial
O que vocês tão querendo
É injetar o banal
Deseducando o Brasil
Nesse Big Brother vil
De lavagem cerebral.
 
Isso é um desserviço
Mal exemplo à juventude
Que precisa de esperança
Educação e atitude
Porém a mediocridade
Unida à banalidade
Faz com que ninguém estude.
É grande o constrangimento
De pessoas confinadas
Num espaço luxuoso
Curtindo todas baladas:
Corpos “belos” na piscina
A gastar adrenalina:
Nesse mar de palhaçadas.
 
Se a intenção da Globo
É de nos “emburrecer”
Deixando o povo demente
Refém do seu poder:
Pois saiba que a exceção
(Amantes da educação)
Vai contestar a valer.
A você, Pedro Bial
Um mercador da ilusão
Junto a poderosa Globo
Que conduz nossa Nação
Eu lhe peço esse favor:
Reflita no seu labor
E escute seu coração.
E vocês caros irmãos
Que estão nessa cegueira
Não façam mais ligações
Apoiando essa besteira.
Não deem sua grana à Globo
Isso é papel de bobo:
Fujam dessa baboseira.
E quando chegar ao fim
Desse Big Brother vil
Que em nada contribui
Para o povo varonil
Ninguém vai sentir saudade:
Quem lucra é a sociedade
Do nosso querido Brasil.
 
E saiba, caro leitor
Que nós somos os culpados
Porque sai do nosso bolso
Esses milhões desejados
Que são ligações diárias
Bastante desnecessárias
Pra esses desocupados.
A loja do BBB
Vendendo só porcaria
Enganando muita gente
Que logo se contagia
Com tanta futilidade
Um mar de vulgaridade
Que nunca terá valia.
 
Chega de vulgaridade
E apelo sexual.
Não somos só futebol,
baixaria e carnaval.
Queremos Educação
E também evolução
No mundo espiritual.
Cadê a cidadania
Dos nossos educadores
Dos alunos, dos políticos
Poetas, trabalhadores?
Seremos sempre enganados
e vamos ficar calados
diante de enganadores?


 




Barreto termina assim
Alertando ao Bial:
Reveja logo esse equívoco
Reaja à força do mal…
Eleve o seu coração
Tomando uma decisão
Ou então: siga, animal…
FIM

Salvador, 16 de janeiro de 2010.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

TV/Big Brother: Uma questão de bom senso

Momento de Reflexão
http://www.reflexao.com.br/

Questão de bom senso

Não seja Big Bobo. Mude de canal ou desligue a TV
É impressionante como o ser humano do Terceiro Milênio ainda faz coisas que um mínimo de bom senso desaprovaria.
É claro que não se trata da maioria, mas de uma parcela de pessoas sem compromisso com o bom, com o útil e com o belo.
Estamos falando da nova moda que surgiu nos Estados Unidos e que algumas emissoras de televisão brasileiras resolveram importar.
Trata-se da exposição de um grupo de pessoas escolhidas para conviver juntas numa casa, por determinado tempo, onde são observadas pelos telespectadores, graças às câmeras que registram tudo, 24 horas por dia.
Que existem pessoas que se comprazem em expor a intimidade a terceiros, não há dúvida.
Também não há dúvida de que existem aqueles que gostam de bisbilhotar a vida alheia. São pessoas que sofrem de distúrbios psicológicos e como tal devem ser tratadas.
Mas daí a se expor diante das câmeras para a população de um país ou ficar diante da TV observando as momices de alguns desocupados, é falta de bom senso ou do que fazer.
Do ponto de vista das emissoras é de se pensar se não há nada de bom, de útil ou de instrutivo para se veicular nesses horários.
E da parte dos espectadores, é de se questionar se não têm mais nada a fazer que possa dar utilidade às suas horas.
Conviver mais com os filhos, caminhar ao ar livre, ler um bom livro, fazer uma visita a um amigo, a uma pessoa enferma, a uma instituição de caridade.
A grande responsável por esses programas de má qualidade é a demanda. É a audiência. É o cidadão que permite que esse lixo seja despejado em seu lar, em sua sala de televisão.
Isso nos parece muito lógico: se não houvesse o prestígio da população, não haveria interesse por parte das emissoras em veicular, já que divulgam o que o público pede.
Século XXI... e ainda se perde tempo com coisas tão inúteis e até prejudiciais...

Se os espectadores, que assistem esse tipo de programa, pudessem avaliar a importância do tempo que Deus lhes concede na presente existência, certamente não o desperdiçariam com tolices dessa natureza.
Dizemos que é prejudicial porque assistir televisão, sem critérios rígidos de seleção, pode entorpecer os sentidos, prejudicar a criatividade, a capacidade de conversar, de conviver.
Ademais, esse tipo de programação cria a ilusão de que se pode penetrar a intimidade daquelas pessoas enclausuradas, e a de que se pode preencher o vazio interior e superar as próprias frustrações, convivendo com um grupo de estranhos.
É uma grande ilusão, pois os próprios participantes dessas casas de clausura admitem que é impossível ser verdadeiros diante das câmeras.
Dessa forma, uns fazem de conta que expõem a intimidade, e outros fazem de conta que acreditam...
* * *
Pense nisso e não ligue a televisão apenas porque ela está lá. Ligue-a somente quando houver algum programa que você realmente queira ver, que lhe acrescente algo de bom, de belo, de útil, de instrutivo.
Aqueles que participam desse faz-de-conta têm o interesse financeiro, pois há um prêmio em jogo...
As emissoras querem faturar, numa eterna guerra pela primeira posição nas pesquisas...
E você, telespectador?
Se todas as pessoas usassem o bom senso antes de acionar o controle remoto da TV, selecionando as boas programações, as emissoras não colocariam no ar programas de má qualidade, inúteis ou prejudiciais.
Assim como o voto é uma arma poderosa nas mãos do eleitor, o controle remoto é a única arma que poderá mudar essa triste realidade, e promover uma mudança na cultura das telinhas.
Pense nisso, e faça a sua parte!
Redação do Momento Espírita.