Neste blog, você encontra informações variadas e relevantes sobre esportes, cultura, política, humor, saúde, dicas de sites e muito mais.
segunda-feira, 25 de junho de 2012
sábado, 23 de junho de 2012
DILMA, "A SENHORA DOS ANÉIS"
Dilma Rousseff aparece no Financial Times como "A Senhora dos Anéis"
A ideia passada no anúncio de uma ONG internacional é a de que o poder de salvar o planeta está nas mãos de Dilma. A presidente brasileira aparece cercada por diversos chefes de estado.
A presidente Dilma Rousseff aparece de uma forma diferente no jornal econômico inglês Financial Times, nesta sexta-feira (22), em uma propaganda de uma ONG internacional, presente em vários países, com 15 milhões de integrantes no mundo inteiro.
A imagem é uma paródia com o filme "O Senhor dos Anéis", com o dizer: "Lady of the Rings" (a Senhora dos Anéis), em que a presidente está cercada por diversos chefes de estado, como Vladimir Putin, Hugo Chávez, e David Cameron.
A ideia passada é a de que o poder de salvar o planeta está nas mãos de Dilma. Na imagem, está a pergunta: "De que lado você vai ficar? A batalha para salvar o planeta Terra começou e é o povo contra os poluidores na Rio+20. Presidente Dilma, o mundo está com você. Diga para os poluidores que eles não vão ganhar".
domingo, 17 de junho de 2012
Obsolescência Programada: Comprar, Tirar, Comprar
Pelo fim da obsolescência programada
![]() |
quinta-feira, 14 de junho de 2012
O Brasil diante de dois inimigos
por Mauro Santayana
![]() |
Serra no Espelho |
Em discurso recente no Senado, Pedro Simon advertiu contra o perigo de que o crime organizado se aposse das instituições do Estado. Até o caso Cachoeira, disse o parlamentar gaúcho, havia sido comprovada a corrupção de setores da burocracia dos governos, mas não a da estrutura do Estado.
O governador Marconi Perillo se esquivou, com habilidade, das questões mais graves, em seu depoimento na CPMI. Registre-se que ele se encontrava mais do que tranqüilo, mesmo respondendo às indagações precisas do relator, até que chegou a vez do deputado Miro Teixeira. O experiente homem público, mesmo tendo como ponto de partida o caso menor, que é o da venda da casa de Perillo, deixou, na argúcia de suas perguntas, graves suspeitas.
Como pôde o governador receber o dinheiro de uma empresa e passar a escritura a um particular? Também ficou claro a quem ouviu o governador ser difícil que ele ignorasse as atividades ilícitas do apontado contraventor; ele conhecia, com intimidade, a sua vida empresarial, social e familiar.
O caso Cachoeira – e a advertência de Pedro Simon é importante – mostra como a nação está acossada por um inimigo interno insidioso, que é o crime organizado. Os recursos públicos são desviados para alimentar um estado clandestino, que está deixando de ser paralelo, para constituir o núcleo do poder, em alguns municípios, em muitos estados e na própria União. Essa erosão interna da nacionalidade brasileira, que se assemelha a uma gangrena, coincide com o cerco internacional contra o nosso país.
Enquanto parte da opinião nacional acompanha, indignada, as revelações do esquema Cachoeira, articula-se eixo internacional entre os Estados Unidos, a Espanha e todos os países da Costa do Pacífico, com a exceção do Equador e da Nicarágua, contra o nosso povo, mediante a Aliança do Pacífico. Não há qualquer dissimulação.
Como informa a publicação Tal Cual, da oposição venezuelana, o foro funciona ativamente e já celebrou seis reuniões de alto nível. “Os quatro países signatários da nova Aliança do Pacífico – revela a publicação – têm, todos eles, governos de centro ou centro-direita, crêem no capitalismo, são amigos dos Estados Unidos, e favorecem os tratados de livre comércio e o princípio do livre-comércio em geral. Une-os sobretudo um temor comum e impulso defensivo frente à ascendente potência hegemônica ou neo-imperial que é o Brasil”. E termina: “sentimo-nos satisfeitos e aliviados pelo surgimento do muro de contenção à expansão brasileira, que é a Aliança do Pacífico”.
Assim, os Estados Unidos cuidam de retomar a sua influência e presença militar na América Latina. Nesse sentido, procuram valer-se da Aliança do Pacífico para estabelecer bases militares cercando o Brasil, da Colômbia ao sul do Chile. Leon Paneta, o Secretário de Defesa dos Estados Unidos, acaba de acertar com o presidente do Chile, Sebastián Piñera, o estabelecimento de uma base norte-americana em Fuerte Aguayo, nas proximidades de Valparaíso. Entre outras missões dos militares americanos está a de treinar os carabineiros chilenos, a fim de coibir manifestações populares. Há, ao mesmo tempo, uma orquestração da imprensa e dos meios políticos e empresariais, a fim de reabilitar a figura do ditador Pinochet.
Os Estados Unidos, que mantêm uma base no Chaco paraguaio, quiseram também ocupar o aeroporto de Resistência, na província argentina do Chaco, e o governador Capitanich assentiu, mas o governo de Cristina Kirchner vetou o acordo.
A participação da Espanha nesse novo cerco ao Brasil é evidente. Em Madri, os embaixadores dos quatro paises maiores envolvidos (México, Colômbia, Peru e Chile) se reuniram, para defender a nova aliança, e coube ao embaixador do Chile, Sergio Romero, ser bem explícito. Ao afirmar que o bloco não nasce contra o Brasil, nem contra o Mercosul, aclara, no entanto, que o grupo recebe de braços abertos os investimentos europeus, especialmente da Espanha e dos Estados Unidos – que poderiam formalmente participar da Aliança.
Limpemos os nossos olhos, vejamos os perigos que ameaçam diretamente a nossa sobrevivência como nação independente, nas vésperas do segundo centenário do Grito do Ipiranga. Não temos que ficar abrindo mais divisões internas, e devemos nos unir para enfrentar, ao mesmo tempo, o inimigo interno, que é o crime organizado e suas teias nas instituições do Estado, e os inimigos externos.
Esses, sempre que estivemos avançando no desenvolvimento social e econômico, procuraram quebrar as nossas pernas, contando com traidores brasileiros. Não é preciso recuar muito no passado. Basta lembrar o cerco contra Vargas, em 1954, a tentativa de golpe de 1955, repetida em 1961 e, por fim, o golpe de 1964, com as conseqüências conhecidas. Registre-se que, apesar da vinculação com os Estados Unidos, durante o governo Castelo Branco, e a famosa doutrina das “fronteiras ideológicas”, vigente durante o governo Médici, a partir de Geisel os militares brasileiros não mantiveram a mesma subserviência diante de Washington.
Enfim, espera-se que o Itamaraty mantenha o governo da Sra. Dilma Roussef a par dessas manobras anti-brasileiras, comandadas a partir de Madri e de Washington, e que a CPMI vá até o fundo, nas investigações em curso. Elas não devem parar nas imediações de Anápolis, mas chegar a todo o Brasil, conforme os indícios surjam. É bom conhecer a verdade do passado, mediante a Comissão formada para isso. E se faz também necessário conhecer a verdade do presente, e impedir que o crime tome conta das instituições nacionais, como está ocorrendo no México de Calderón.
E não nos devemos esquecer que o sistema financeiro mundial é também uma forma – superior e mais poderosa – de crime organizado. E muito bem organizado.
terça-feira, 12 de junho de 2012
Chega logo - Poema em homenagem ao Dia dos Namorados
Fortaleza,
12 de junho de 1993
segunda-feira, 11 de junho de 2012
Novo e-mail
Edilson.
Crise global não pode impedir acordos na Rio+20, diz Dilma
“Esperamos que a crise mundial gerada pelo excesso de ganância e pela falta de controle sobre os mercados não seja pretexto para uma vitória do excesso da ganância e da falta de controle sobre os recursos naturais", disse a presidenta.
> LEIA MAIS | Meio Ambiente | 05/06/2012
terça-feira, 5 de junho de 2012
Brasil sedia comemorações pelo Dia Mundial do Meio Ambiente | |
O
Brasil sedia neste ano as comemorações globais pela passagem do Dia Mundial do
Meio Ambiente, comemorado anualmente no dia 5 de junho. Segundo o Programa das
Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), órgão responsável pela organização,
o País foi escolhido por ser “dono de uma das economias que crescem mais
rapidamente no mundo e pelo destaque em políticas de reciclagem, energia
renovável e geração de empregos verdes”. O tema deste ano é “Economia Verde: Ela
te inclui?”. O líder do PT na Câmara, deputado Jilmar Tatto (SP), afirma que o Brasil tem demonstrado que é possível conciliar o desenvolvimento econômico e social com a preservação do meio ambiente. “O Brasil é reconhecido internacionalmente por estar se desenvolvendo do ponto de vista econômico, distribuindo renda, gerando empregos e, ao mesmo tempo, preservando o meio ambiente”, destacou. Ainda de acordo com o líder, “esse caminho é fruto de uma decisão política do governo”. Segundo o Pnuma, o tema “Economia Verde: Ela te inclui?” convida o planeta a avaliar de que forma esse novo formato de Economia influencia no dia-a-dia das pessoas e qual a sua relação com o desenvolvimento. Segundo o órgão, esse conceito abrange os resultados sociais, econômicos e ambientais necessários em um mundo com sete bilhões de pessoas, que deve chegar a nove bilhões em 2050. Definição – O conceito de Economia Verde pode ser definido como o conjunto de processos produtivos da sociedade e as transações deles decorrentes que resultem na melhoria do bem-estar humano e da igualdade social, ao mesmo tempo em que reduz os riscos ambientais e a escassez ecológica. De forma mais simples, uma economia verde pode ser entendida como uma economia de baixa emissão de carbono, uso eficiente dos recursos naturais e inclusão social. Código Florestal – De acordo com Jilmar Tatto, a prova maior do compromisso do governo com a implementação da Economia Verde no País é a reforma do Código Florestal. “O governo brasileiro apresentou um novo Código que preserva o meio ambiente, recupera as áreas degradadas e ao mesmo tempo permite o sustento dos agricultores, principalmente os pequenos produtores”, ressaltou. Além dessas medidas, segundo ele, “o País também adota uma avançada política de preservação das florestas e dos parques nacionais e de produção de energia a partir de uma matriz limpa”. O líder petista afirma ainda que nesse Dia Mundial do Meio Ambiente “o Brasil pode comemorar o sucesso de suas políticas que conciliam o crescimento econômico e a preservação ambiental”, conclui. | |
País é destaque mundial em desenvolvimento sustentável, afirma Pnuma | |
O
Brasil tem se destacado na construção de uma economia que inclui a preservação
das florestas, a energia renovável, a reciclagem e a geração de empregos verdes.
É o que afirma o relatório do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente
(Pnuma), chamado “Economia Verde: Caminhos para o Desenvolvimento Sustentável e a erradicação da Pobreza”. Ainda de acordo com o texto, essas iniciativas contribuem para reduzir, “de forma significativa”, a emissão de gases causadores de efeito estufa. Para o presidente da Comissão sobre Mudanças Climáticas do Congresso, deputado Márcio Macêdo (PT-SE), esse exemplo deve ser seguido na Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20. “Ao cumprir seus compromissos de proteção ao meio ambiente, com ousadas políticas públicas, aperfeiçoando a legislação e, ao mesmo tempo, distribuindo renda, o Brasil assume, naturalmente, posição de destaque entre os países que adotaram o modelo de desenvolvimentos sustentável”, destaca. Em 2009, o Brasil assumiu voluntariamente o compromisso internacional de reduzir entre 36,1% e 38,9% as emissões de gases de efeito estufa até 2020. Nesse sentido, o governo federal investe em monitoramento, principalmente na Amazônia, para reduzir o desmatamento. Até 2020, segundo o Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), a redução da emissão de CO2 deve atingir 80,5%, em relação à quantidade lançada na atmosfera em 2005. Energia Limpa – De acordo com o Pnuma, o Brasil também é líder na produção de etanol (combustível para veículos), além de ter aumentado os investimentos em energia eólica e solar. O secretário Nacional Agrário do PT, deputado Bohn Gass (PT-RS), cita entre as experiências inovadoras nessa área, “a realizada pela hidrelétrica de Itaipu (PR), que transforma dejetos de suínos em gás, e o gás em energia elétrica”. Ao destacar ser “totalmente favorável” a investimentos em energia a partir de matrizes limpas, caso das usinas hidrelétricas, Bohn Gass defende a “mitigação dos efeitos sociais e ambientais causados pelas inundações nas áreas de usinas”. Segundo o Ministério de Minas e Energia, 45% da produção de energia do País e 90% de eletricidade proveem de matriz energética limpa. Reciclagem – A indústria de reciclagem brasileira também é elogiada pelas Nações Unidas. Esse mercado, segundo o Pnuma, gera US$ 2 bilhões ao País e contribui para reduzir em dez milhões de toneladas na emissão de gases de efeito estufa. De acordo com o órgão, o setor já emprega três milhões de pessoas, aproximadamente 7% do total de empregos formais do Brasil. |